O que seus clientes pedem VS o que seus clientes precisam

"Arivo CRM"

Um cliente entra em contato com sua empresa, e tira suas dúvidas a respeito de seus produtos e serviços. Tudo vai bem, com seu vendedor respondendo as perguntas do cliente sobre características do produto. Até que ele pergunta sobre algo que seu produto não tem ou sua empresa não oferece. Nessas horas um vendedor mais inexperiente pode gaguejar um pouco, porque tudo estava indo tão bem. Nós sentimos que estamos desapontando o cliente ao dizer que nosso produto não tem algo que ele questionou.

Depois de terminado esse atendimento, o vendedor pode ficar com esse momento mais fraco da interação na cabeça. “Poxa, se nosso produto viesse na cor vermelha como o cliente queria eu fecharia essa venda facilmente.” é algo que pode passar pela sua cabeça. Na melhor das intenções ele vai sugerir que a empresa comece a atender tudo que não atendia aos questionamentos do cliente.

Tipos de pessoas de empresas grandes que o pequeno empresário não precisa aturar

"cadê o relatório, maluco?"

Se você trabalha ou comanda uma pequena empresa deve se perguntar às vezes se não seria melhor ter investido sua carreira em uma grande empresa. Você deve conhecer algum amigo ou parente que seguiu essa rota e está comprando um carro novo, e indo viajar para a Europa pela segunda vez este ano. Talvez você tenha saído de uma grande empresa para a empresa atual e ainda não tem certeza se fez a melhor escolha.

Mas deve existir um lado bom de trabalhar em uma pequena empresa, não? Existem vários, mas para mim o principal é não ter que conviver com alguns tipos de pessoas que só devem existir nesses escritórios grandes com baias e telefones tocando o tempo todo. O tipo de pessoa que você pode até encontrar em uma pequena empresa mas caso encontre você tem aquela impressão de ter visto um pinguim no deserto do Saara. Dançando lepo-lepo. Comendo yakissoba.

Foco e a armadilha de se manter ocupado

"Foco e atenção"

Já tentou se concentrar em 2 coisas ao mesmo tempo? Algo como bolar uma música ao mesmo tempo em que pensa em uma ideia para uma nova empresa? Se concentrar em uma e depois na outra é fácil, mas conscientemente, simultaneamente, parece ser impossível. É como se nosso cérebro fosse uma rua em que apenas um veículo pode passar de cada vez.

Um segundo desafio: você conseguiria escrever seu melhor texto ou criar seu melhor desenho, se forçando a não concentrar sua atenção no que está fazendo? Assumindo que fosse realmente possível desligar nossa atenção desse jeito, não parece que o resultado poderia ser o melhor trabalho possível. E caso o resultado fosse bom, iria parecer mais um fruto do acaso, um acidente que não foi gerado pelo seu esforço.

Bikeshedding: detalhes bobos que tomam o tempo de suas reuniões e discussões

"Bicicletário"

Muitas empresas sofrem de um mal que pode custar muito caro: excesso de reuniões. Elas podem existir para tornar a gestão mais democrática dentro da empresa. Ou podem existir porque existem membros de sua equipe que são profissionais de reunião, eles precisam de reuniões para mostrar para seus gestores que estão fazendo algo. Pode ser por um bom ou mau motivo, o fato é que reuniões de mais tomam o tempo em que seu time poderia estar produzindo ou vendendo. Muitas vezes se seu time não estivesse fazendo nada, só navegando na internet, já seria melhor do que em uma reunião inútil.

Um fenômeno que faz com que reuniões tomem mais tempo do que deveriam é o bikeshedding. Este conceito recebeu o nome depois de um famoso livro escrito por Cyril Northcote Parkinson, e por isso também é conhecido como a Lei da Trivialidade de Parkinson. A lei da trivialidade é simples de entender, pelo exemplo dado pelo próprio autor.